Flores e borboletas

Por vezes quando estás longe

Quero escrever os versos mais ternos

Algo que fale do desenho dos seus lábios

Da maciez da pele de sua face

Das orelhas brotando nos cabelos

Por vezes quando estás perto

Sua voz nasce pausadamente

Nos corredores da casa tropeço em sua língua

Enrosco meus dedos em suas mãos.

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Sobre Poeta da Garrafa

Sou o Poeta da Garrafa. Odilon Machado de Lourenço nascido no pampa, ventado em minuanos, procurador de esmos e lonjuras. O que busca caminhos e olhos, palavras e sonhos. O que segue no claro do sol e da lua, o que navega e silencia à beleza. O que lavra a terra, águas e céu, plantador de passos, horizontes, sementes de amor e ternura. O que vai a colher miragens, tomar sombras, redemoinhar sem leme. Sou a distância dos dias e das noites que andam comigo contemplando o mundo. Sou brumas revoadas pelo som das auroras, amanhecido de velhas histórias e delírios. O veio, o nascedouro de uma loucura, mas sou sublime se contemplares meus olhos e ouvir meus sentidos. Sou folheador de paisagens, miscigenado brasileiro da Latino América, ouvidor de marulhos e brisas, caçador de estrelas. Olhador de fogueiras, enritmado de blues, samba e versos. Sou uma deriva com porto.
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2 respostas para Flores e borboletas

  1. macalder02 disse:

    Bom ler você. Saudações um bom domingo para você

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