Isadora Duncan

 

“Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar… Tu amas, sofres e sentes. Dança!”

Isadora Duncan

Bastava o corpo estar ali

O céu alinhar estrelas

Ter um palco para sedas

Um pulsar rebelde do sonho

Ela dançava ao ritmo das veias

Das marés enluadas

Da luz arrancada do sol e do corpo

Quem a via ritmava-se

De loucuras estéticas

De liberdades até então não sentidas

Ventos tempestuosos levantavam seus braços

Vulcões fumegantes levantavam suas pernas

No alto céu ela girava os tufões de seus pés

Bailavam seus olhos florescidos na alma

E conseguia ser pássaro.

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Sobre Poeta da Garrafa

Sou o Poeta da Garrafa. Odilon Machado de Lourenço nascido no pampa, ventado em minuanos, procurador de esmos e lonjuras. O que busca caminhos e olhos, palavras e sonhos. O que segue no claro do sol e da lua, o que navega e silencia à beleza. O que lavra a terra, águas e céu, plantador de passos, horizontes, sementes de amor e ternura. O que vai a colher miragens, tomar sombras, redemoinhar sem leme. Sou a distância dos dias e das noites que andam comigo contemplando o mundo. Sou brumas revoadas pelo som das auroras, amanhecido de velhas histórias e delírios. O veio, o nascedouro de uma loucura, mas sou sublime se contemplares meus olhos e ouvir meus sentidos. Sou folheador de paisagens, miscigenado brasileiro da Latino América, ouvidor de marulhos e brisas, caçador de estrelas. Olhador de fogueiras, enritmado de blues, samba e versos. Sou uma deriva com porto.
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